sábado, 15 de setembro de 2012

o que a muito tempo não fazia...

Fiz algo que a muito não fazia, saí às ruas para panfletar. É gostoso sair pelas ruas e entregar folhetos convidando pessoas para ouvirem o que Deus tem a dizer. Nesse tempo encontramos pessoas que querem ser ouvidas, pessoas que estão com feridas na alma e precisam ser tratadas, pessoas que conhecem a VERDADE, mas desconhecem a GRAÇA. Lembra-las do quanto Deus as ama, da transformação que ele pode fazer quando elas decidem sarar é gratificante e também um cumprimento do Ide. Em um dos estabelecimentos que fui tive a oportunidade de convidar jovens que estavam bebendo e na ocasião um deles me disse que até iria no culto, mas que ele deixava bem claro a situação que ele se encontrava no momento, bebendo, e que ao chegar lá as pessoas olhariam e o julgariam pelo seu estado. Falei que Deus nos aceita como estamos, que ele pode nos transformar e que a aparência não é o critério que Deus usa para transformar pessoas; citei o versículo de I Samuel 16.7 que diz: "(...) porque o SENHOR não vê como vê o homem, pois o homem vê o que está diante dos olhos, porém o SENHOR olha para o coração." Após isso saí e deixei o resto com o Espírito Santo. A semente deve ser lançada, a obra quem faz não somos nós. A decisão de abrir a boca é nossa, mas é o Espírito que coloca palavras em nossos lábios e convence as pessoas do pecado.
Hoje acordei com vontade de falar o que Deus tem feito por mim. Ele é lindo! O amor dele não falha! Sua misericórdia dura para sempre e a vontade dele é boa, perfeita e agradável! Duas características que me chama a atenção é a fidelidade de Deus e o quanto ele se importa conosco. Desde o mês passado eu estava atordoado pensando em uma solução pra eu pagar minhas contas, uma vez que o que ganho não seria suficiente pra quitar os débitos. Maldito consumismo! Mais que de pressa recorri à Deus com gritos por ajuda, à espera de um milagre financeiro enfim, aguardando a intervenção divina nas minhas "armadas". Eu estava confiante porque sabia que ele não me deixaria na mão, mas me senti indigno de receber qualquer coisa, pois Deus não é obrigado a reparar os meus erros; contudo, lembrei de um versículo que está em Malaquias 3.10 que diz: "Trazei todos os dízimos à casa do tesouro para que haja mantimento na minha casa, diz o Senhor dos exércitos, e fazei prova de mim nisto. Então abrirei as janelas e derramarei sobre vocês bençãos sem medidas. Repreenderei o devorador (...)". Isso me consolou e me fez descansar pois Deus disse pra fazermos prova dele nessa questão, isso é, se formos fieis devolvendo a parte que à Ele pertence dos nossos dízimos. Dias se passarão e eis que chega o dia de pagar as contas. Calculei, recalculei, peguei o meu pagamento e ainda vi o meu déficit financeiro. Diante disso fiquei tranquilo, pois saberia que Deus não falha. Foi aí que apareceu uma colega de serviço e me pediu pra pagar as contas dela, uma vez que ela não teria tempo para pagá-las. Olha a providência divina aí! Deus usou ela pra me abençoar, haja vista que ela me deu uma gratificação pelo serviço. Sintetizando e caminhando pro fim já, peguei as contas dela, as minhas contas, o dinheiro que tinha em mãos e fui pagá-las. Ao chegar em casa, constatei que havia pagado tudo e ainda me sobrou um pouco. Fiz as contas de novo e só cheguei a uma conclusão: Deus é fiel!

domingo, 9 de setembro de 2012

Não posso te ver, mas posso andar no teu caminho a te encontrar. Não posso te ver, mas posso escutar tuas doces palavras, Que me conquistam, que me amarram, que me prendem junto a ti. Não posso te ver mais sei tu estás, não posso te ver mais sei tu és.
Não posso te ver - André Valadão